ANA FERRAZ - flauta transversal

Ana Ferraz, obteve o 1o Prémio no 20o Concurso de Interpretação do Estoril por unanimidade do júri. Apresentou-se em diversos festivais (destacando-se: Pharos Arts, FesIval Musikverein, FesIval de Salzburgo, FesIval Internacional de Música da Póvoa do Varzim, Festival de Bolzano, Festival de Ravello, Festival de Saarbrücken, InClassica Festival-Dubai, Santander Festival, onde teve a oportunidade de partilhar o palco com nomes como: Mischa Maisky, Daishin Kashimoto, Andrey Baranov, entre outros.

Desde Janeiro de 2024 é regularmente convidada como primeira flauta da Franz Schubert Filharmonia e colabora regularmente com a Berliner KammerPhilharmonie, onde é primeira flauta desde Maio de 2022. Ana Ferraz começou a estudar no Conservatório de Música da Maia até ao 5o grau, mais tarde terá continuando na ARTAVE, na classe do Professor Marco Pereira, e em 2013, obteve o prémio de melhor aluna do curso instrumentista. Posteriormente, integrou a classe de Michel Bellavance na HEM Genève (2013-2016), onde terminou a licenciatura com máxima classificação e distinção do júri no recital final, como bolseira da Fundação Hélène et Victor Barbour. Continuou os seus estudos com Julien Beaudiment, no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon (2016-2018), como bolseira da fundação Calouste Gulbenkian, onde mais uma vez terminou o seu mestrado em performance, com menção do júri: “Trés Bien à l’unanimité”. Estudou ainda com Vicens Prats (2019), na Escuela Superior de Música de Cataluña, em Barcelona. Em 2019, foi selecionada como 1a flauta da Gustav Mahler Jugendorchester 2019-2021. Para o culminar da excelência no seu percurso académico, Ana Ferraz escolhe a Escuela Superior de Música Reina Sofia para a realização de uma pós-graduação (2020- 2022), com Jacques Zoon, onde terminou sido reconhecida pela Sua Majestade Rainha Doña Sofia, como “Alumna más sobresaliente” do curso 2021-2022. Para o percurso na ESMRS teve o apoio da Fundação Santander Portugal (2020-2021) e Fundação EDP (2022). Desde 2021, colabora com o projeto GAUDEAMUS do Maestro António Victorino D’Almeida. Ana Ferraz encontra-se atualmente no terceiro ano de Doutoramento em Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 

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Ana Pereira - violino

Natural de Lanhelas (1985), iniciou os estudos musicais na banda da sua terra natal, ingressando aos doze anos na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na Classe de Violino do professor José Manuel Fernandéz Rosado.

Aqui terminou o curso básico com a classificação máxima. Começou logo nesta fase de aprendizagem a ser distinguida em concursos: no Prémio Jovens Músicos 2002 obteve o 3.º Prémio de Violino (Nível Médio) e o 3.º Prémio de Música de Câmara (Nível Médio). Participou no 1.º Concurso de Violino Tomás Borba, sendo premiada com o 2.º prémio. Selecionada para a Academia Nacional Superior de Orquestra, começou a estudar com o professor Aníbal Lima, licenciando-se com a classificação máxima no ano de 2007. Antes, em 2005, obteve o 2.º Prémio no Concurso Jovens Músicos (Nível Superior) e, um ano depois, o 1.º Prémio no mesmo concurso. No ano de 2007 venceu a modalidade de Música de Câmara (Nível Superior), como 1.º violino do Quarteto Artzen, grupo do qual é membro fundador. Mais recentemente, foi vencedora do Prémio Internacional Jovens Violinistas 2011 A Herança de Paganini.

Fez durante toda a formação masterclasses com prestigiados violinistas, nomeadamente Serguei Arantounian, Anotoli Swarzburg, Evélio Teles, Zófia Kuberska-Wóyciska, Gerardo Ribeiro, Eugene Gratovich, Irina Tseitlin, Michael Tseitlin, Carmelo de los Santos, Günter Seifert, Igor Oistrach e Evegeny Bushkov, entre outros. As suas qualidades interpretativas levaram-na a ser concertino da Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, da Orquestra Académica Metropolitana, da Orquestra Sinfonietta de Lisboa e da Orquestra de Ópera Portuguesa. Foi também eleita como concertino para a Orquestra Nacional de Jovens APROARTE 2002 e para o II Estágio da Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana.

Tocou em diversas orquestras: Sinfonietta do Porto, Sinfonietta de Lisboa, APROARTE, Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Ópera Portuguesa, OrchestrUtopica, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Remix Ensemble e Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Apresentou-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Joensuun Kaupunginorkesteri (Finlândia), em Portugal e no estrangeiro.

Atua regularmente como concertino da Orquestra Sinfonietta de Lisboa e é membro fundador da camerata de cordas Alma Mater.

Ocupa, desde junho de 2015, o lugar de Concertino da Orquestra Metropolitana de Lisboa, formação que integra desde 2008 (e na qual ocupou o cargo de concertino-adjunto durante cerca de 7 anos).

Faz parte do corpo docente das Escolas da Metropolitana desde 2009.

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Antonio Carrilho - flauta de bisel

António Carrilho é um virtuoso intérprete de flauta de bisel, pedagogo e maestro. Apresentou-se como solista com as orquestras Gulbenkian; Sinfónica Portuguesa; Metropolitana; OrchestrUtópica; Divino Sospiro, La Nave Va, La Paix du Parnasse e Os Músicos do Tejo. Internacionalmente, também se apresentou com a Orquestra Barroca de Nagoya (Japão), Orquestra Barroca da Amazônia (Brasil) e o Concerto Balabile (Países Baixos). Premiado no Concurso Moeck Recorder Solo Competition no Reino Unido em 2001 e  Solo Recorder Competition of Haifa em Israel em 1999. Dirigiu cantatas de Bach e Telemann, e as óperas “Dido e Eneias” e “The Fairy Queen” de Purcell, “La Descent d'Orphée aux Enfers” de Charpentier, “La Serva Padrona” de Pergolesi, “ La Dirindina” de Scarlatti, “Don Quichotte chez la Duchesse” de Boismortier, “Venus e Adonis” de John Blow, “Arlechinatta” de Salieri, “Orfeo” de Monteverdi e “Orfeo e Eurydice” de Gluck. Dirigiu a estreia de “Cortes de Júpiter” com texto de Gil Vicente e música de Filipe Raposo, no Centro Cultural de Belém.

Carrilho gravou para as etiquetas Naxos, Encherialis, Numérica, Musik Fabrik, bem como para o Ministério da Cultura da Amazônia (Brasil), Arte (França). 

Organiza os Cursos Internacionais de Música Antiga da Casa de Mateus, tendo ministrado cursos e seminários na Holanda, em Espanha, na Alemanha, nos Estados Unidos da América, em Itália, na Índia, no Japão, no Brasil e na Austrália.

Lecciona flauta de bisel e música de câmara em Polytechnic University Castelo Branco, onde é o coordenador do departamento de música de câmara e integra a coordenação do Mestrado em Música , vertente Performance

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Catherine Strynckx - violoncelo

Catherine apresenta-se regularmente em concertos e festivais e atou em prestigiadas salas em muitos países. Foi 1º violoncelo-solo nas Orquestras em França e na Suíça durante 10 anos: na Camarata Lysy e na "Orchestre des Pays de Savoie" ; foi membro da Orquestra Nacional do Porto.

Natural de França, Catherine estudou em Paris, Praga, Basileia e na "Menuhin Academy".

Personalidades como, M. Strauss, A Lysy, G. Kurtag, Y. Menuhin, N. Magaloff, A. Louvier, R. Latzko, I.Gavrish e B. Pergamentchov marcaram o seu percurso.

Ela obteve os 1o Prémios nos Concursos Internacionais de Caltanisseta, Trapani e é laureada do Concurso Internacional “Vittorio Gui “de Florença.

Colaborou com muitos compositores na criação de obras e participou em inúmeros projetos da Orquestra Utópica.

Com o violoncelo Barroco, trabalhou sobre a direção entre outros de R. Goebel, T. Koopmann, C. Coin e Fabio Biondi Lecionou nos Conservatórios de Besançon e Belfort em França. Foi professora adjunta na Escola Superior de Castelo Branco durante 20 anos e orientou inúmeros cursos. Atualmente é professora no Conservatório Nacional de Lisboa Gravou muitos discos, dos quais o Quarteto par o Fim do Tempo de Messiaen, a integral da música para quarteto de cordas, cordas e piano de Lopes-Graça e Braga Santos. As suas últimas gravações foram, “Escape” do Stretto Duo e “Flutuações” (Flauta e violoncelo). Participa regularmente nos projetos de “La Nave Va” e de Melleo Harmonia Antigua. É a violoncelista do Quarteto Lopes-Graça, do Stretto Duo (violoncelo e Acordeão) e do grupo Syrinxello (2 flautas e violoncelo).

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Helena Raposo - teorba

Helena Raposo tem o Mestrado em Performance - Práticas de Interpretação Histórica na Faculdade de Música Antiga do Trinity College of Music (Londres). 

Como intérprete, Helena tem atuado em Portugal, Espanha, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Itália e Alemanha, com diversos ensembles. Actuou nacional e internacionalmente em diversos festivais e casas de concerto, como por exemplo: Festival Terras sem Sombra (Alentejo), Festival de Música Antiga de Loulé (Algarve), Lübecker Lauten Lust (Alemanha), Festival Onde Muziek (Utrecht), Ciclo de Música Antiga - Sons Antigos a Sul (Algarve), Internationale Luitedagen (Holanda), Reencontros (Sintra), "Carmina Antiqva" Music Festival (Espanha), Festival Sons de Almada Velha (Almada), Ciclo - Um Músico um Mecenas (Lisboa), Festival de Música Antiga de Castelo Novo (Castelo Novo), Masterproef Lemmeninstitut (Bélgica), entre outros. 

Na temporada 2017/2018, Helena tocou continuo na obra Il Combattimento di Tancredi e Clorinda de Claudio Monteverdi no Theater Lübeck, na Alemanha, sob a direção do maestro Andreas Wolf. com 16 recitas. Em Novembro de 2020, na Fundação Calouste Gulbenkian, Helena foi solista convidada na ópera Dido e Eneas de Henry Purcell, sob a direção de Maxim Emelyanychev, em Dezembro 2022 com a Oratória de Natal de J.S. Bach sob a direcção de Peter Dijktra e em Março  de 2024 Paixão S. São João de J.S. Bach sob a direcção de Risto Joost. Em 2025 apresentar-se-á na Temporada do Teatro Nacional de São Carlos.

Helena ensina e coordena o Departamento de Música Antiga na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa. É desde 2017 directora artística e professora no Early Music Summer Camp em Castelo Novo. 

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Luís Gomes - clarinete baixo

Iniciou os seus estudos no Conservatório Nacional, sendo diplomado pela Escola Superior de Música de Lisboa (licenciatura), pelo Conservatório Superior de Roterdão (U.M.), e
Mestrado em Psicologia e Pedagogia da Música na F.C.S.H. da Universidade Nova de Lisboa. Enquanto estudante, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
Trabalhou com clarinetistas mundiais como: Guy Deplus, Michel Arrignon, Philipe Cuper, Walter Boykens, David Campbel, Josef Horák, Lorenzo Coppola e Henri Bok.
Obteve os seguintes prémios: 1º Prémio do Concurso da Juventude Musical Portuguesa. Solista e 1º Prémio – Música de Câmara, 1º Prémio de Música de Câmara do Prémio Jovens Músicos, 1º Prémio no Concurso «Cultura e Desenvolvimento», 2º Prémio do concurso televisivo «Ouvir e falar», 2º Prémio do Concurso «Cultura e Desenvolvimento» Música de Câmara, 3º Prémio Solista do Concurso Nacional de Clarinete de Setúbal e Prémio Melhor Interpretação da Obra Portuguesa.
Foi júri dos Concursos Nacionais da J.M.P, do Prémio Jovens Músicos, do Concurso Internacional de Clarinete Júlian Menendez (Ávila, Espanha), do 2º Concurso Internacional
de Clarinete Baixo (Espanha) e do Concurso Internacional de Clarinete «Saverio M;ercadante» (Itália).
Foi solista das seguintes orquestras: Orquestra Mundial das Juventudes Musicais, Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, Nova Filarmonia Portuguesa, Sinfónica Juvenil,
Orquestra Portuguesa da Juventude. Tocou a solo com a Orchestrutópica, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, o Grupo de Música contemporânea de Lisboa e a Banda Sinfónica da PSP. Colaborou regularmente com a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1989 e 2015, e colaborou ainda com as orquestras Sinfónica Portuguesa, Orchestrutopica, Sinfonietta de Lisboa e Metropolitana de Lisboa.
É membro fundador do Trio de Clarinetes de Lisboa (actual Quarteto de Clarinetes de Lisboa), do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, do Rumos Ensemble e da direcção da CULTIVARTE Associação.

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Paulo Jorge Ferreira - acordeão

Paulo Jorge Ferreira, habilitado perante prova pública com o título de especialista em Acordeão/ Performance, tem realizado recitais a solo e concertos de música de câmara, tanto a nível nacional como internacional. Durante o seu percurso atuou em algumas das mais importantes salas de concerto da Europa. Participou como instrumentista em diversas estreias de obras para acordeão solo, música de câmara, ensemble e orquestra. Trabalha assiduamente com compositores portugueses, fomentando a criação de novo repertório português para acordeão. Apresentou-se a solo com Remix Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras,

Orquestra de Câmara de Colónia, Banda Sinfónica Portuguesa, Sinfonietta de Ponta Delgada e Sinfonietta de Braga, trabalhando com maestros de reconhecida qualidade internacional. Colabora regularmente com Remix Ensemble, Ensemble Darcos, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

Gravou dois cd’s a solo, “Percursos” editado pela etiqueta “Numérica”, “Contemporary Works for Accordion” incluído no catálogo da CalandaMusic e “Escape” (Stretto Duo) em música de câmara, publicado pela Artway Records. Paralelamente, a sua atividade como compositor tem-se desenvolvido significativamente,

escrevendo obras para instrumentos solo, música de câmara e orquestra.

Atualmente é professor de acordeão e música de câmara na Escola Superior de Artes Aplicadas em Castelo Branco e na Escola de Música do Conservatório Nacional. Alguns dos seus alunos e grupos de música de câmara têm obtido primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais de acordeão e de música de câmara. Tem sido unanimemente considerado um músico preponderante no desenvolvimento artístico do acordeão em Portugal.

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Paulo Oliveira - piano

Premiado em vários concursos nacionais e internacionais, Paulo Oliveira é um dos mais destacados pianistas portugueses da sua geração.

Apresentou-se em concerto em vários continentes e gravou para rádios e televisões europeias e americanas.  Em Portugal, tocou em salas como o CCB, Casa da Música, Gulbenkian, Rivoli, São Carlos e São Luiz. Tocou a solo com a Orquestra Sinfónica da Universidade do Kansas, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direção dos maestros Nicholas Uljanov, Steven McDonald, Pedro Neves, Ferreira Lobo, Cesário Costa, Jean-Marc Burfin e Daniel Klajner. Paulo Oliveira mantém uma carreira de música de câmara bastante ativa, tendo colaborado com músicos como Teresa Valente Pereira, Adriana Ferreira, Jill Lawson, Iva Barbosa, Marco Pereira, Nuno Silva, Janete Santos, Daniel Cunha, entre outros. O interesse pela música portuguesa faz com que tenha um papel relevante na sua divulgação, contando já com várias estreias de obras que lhe foram dedicadas. É Professor Auxiliar no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Orienta regularmente masterclasses no país e no estrangeiro e tem integrado vários júris de concursos nacionais e internacionais. É membro fundador da atual delegação da EPTA Portugal. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da FCT, doutorou-se com distinção na Universidade do Kansas, EUA, onde foi aluno de Sequeira Costa durante quase uma década. Anteriormente, estudou com Tania Achot na Escola Superior de Música de Lisboa. Outros nomes relevantes ao longo da sua formação foram: Helena Sá e Costa, Luiz de Moura Castro, Andrei Diev, Vladimir Viardo, Vitaly Margulis, Aldo Ciccolini, Paul Badura-Skoda e Dmitri Bashkirov. O seu disco Iberian Impressions, editado pela Odradek Records, recebeu um Global Music Award nos EUA, na categoria Classical Piano.

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Rita Nunes - saxofone

Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Tomar ingressando, depois, na Escola Profissional de Música de Almada na classe de Saxofone do professor Alberto Roque. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música de Lisboa onde se licenciou e concluiu o Mestrado na

classe de Saxofone do professor José Massarrão.

Enquanto estudante, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalhou com alguns dos mais conceituados saxofonistas mundiais: Daniel Deffayet (1922-2002), Jean-Yves Fourmeau, Claude Delangle, Jean-Marie Londeix, entre outros. Tem sido convidada a integrar diversas orquestras e a participar em

projectos nacionais e internacionais. Na sua actividade enquanto solista, tem estreado peças de vários

compositores: Eternotempoeterno (2001) de Daniel Schvetz, para saxofone barítono solo, Fluxos de Jorge Machado, para saxofone barítono e vibrafone e Facing echo de Eli Camargo Jr., para saxofone alto e marimba.

É fundadora e membro do duo de Saxofone e Piano Double Trouble com a pianista Zdeňka Košnarová, grupo que actuou diversas vezes em Lisboa com particular destaque para os concertos realizados na Fundação Calouste Gulbenkian bem como na República Checa onde apresentou em estreia

absoluta a peça do compositor Eli Camargo Jr. Solo a Solo (2012).

Paralelamente, tem colaborado com o Teatro do Eléctrico como directora musical em diversos projectos teatrais com encenação de Ricardo Neves-Neves.

Actualmente é membro do Olissipo Saxophone Quartet, Orquestra de Jazz do Algarve, Reunion Big Jazz Band e Claus Nymark Big Band. Com os Xutos e Pontapés participou como convidada especial no concerto O Circo de Feras, em 2007, editado em 2008 em DVD.

Lecciona Saxofone e Música de Câmara na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional.

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Sérgio Carolino - tuba

A reputação internacional de Sérgio Carolino estabeleceu-se pelo seu eclectismo, que vai desde a interpretação do repertório standard e contemporâneo para tuba e à abordagem estilística ao jazz, ao funk e à música totalmente improvisada. É um dos mais aclamados tubistas, com atividade constante na qualidade de solista e professor nos mais conceituados festivais, conservatórios e universidades dos cinco continentes. Recebeu, em cinco ocasiões, o Roger Bobo Award Prize (2008, 2010, 2012, 2014 e 2019), o Prémio de Músico Revelação de Jazz em Portugal (2004), o Prémio Carlos Paredes (2004) e o Prémio SPA (2013) na categoria de música erudita (pelas obras editadas em 2012 e pela ação divulgadora da música portuguesa pelo mundo.

Alguns dos seus projetos são TGB, TUBAX Duo, TUBAB Duo, R’B & Mr.SC, The Postcard Brass Band, XL Duo, Surrealistic Discussion, Duo AR., SubWoof3r, Tuba&Drums Double Duo, Duo Adamastor, Funky Bones Factory!, Yamaha Tuba Duo, Moderato Tangabile, T’N T “Tuba ’n Tuba”, Mr. SC & The Wild Bones Gang, European Tuba Trio, Massive Brass Attack!, Intergalactic Vibes! e Crossfade Ensemble.

Sérgio Carolino é, desde 2002, tuba solo (principal) da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Artista Internacional Yamaha e, desde Junho 2020, professor de tuba e de criatividade musical na Musical Arts Madrid. É artista exclusivo da Plataforma Artística Palco Improvisado. Foi professor convidado durante um semestre na conceituada Indiana University — Jacobs School of Music, Bloomington (EUA). É ainda professor na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) e Diretor Artístico do mundialmente famoso GRAVÍSSIMO! — Festival e Academia Internacional de Metais Graves de Alcobaça.

Toca exclusivamente com bocais com a sua assinatura do atelier Brass Lab MoMo (Osaka, Japão) e com a surdina Mushroom Cup Mute desenhada e concebida por si e fabricada pelo austríaco Johann Schlipfinger.